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De Gandhi a Martin Luther King

Selecionamos 7 filmes imperdíveis e inspiracionais que todo coach deve assistir. São obras raras que nos fazem pensar na vida, nas relações que temos com as pessoas ao nosso redor e como podemos fazer a diferença na vida delas e no mundo.

Confira a lista:

  1. Selma – uma Luta pela Igualdade: 2014

Cinebiografia do pastor protestante e ativista social Martin Luther King, Jr (David Oyelowo), que acompanha as históricas marchas realizadas por ele e manifestantes pacifistas em 1965, entre a cidade de Selma, no interior do Alabama, até a capital do estado, Montgomery, em busca de direitos eleitorais iguais para a comunidade afro-americana.

  1. O Substituto: 2013

Henry Barthes (Adrien Brody) é um educador com grande talento para estabelecer ligação com os seus alunos. No entanto, Henry optou por enterrar o seu dom. Passando os dias como professor substituto, evita convenientemente quaisquer ligações emocionais ao não ficar tempo suficiente em lado nenhum para se apegar quer a alunos, quer a colegas. Quando é colocado numa escola pública, onde uma direção frustrada e esgotada criou um corpo estudantil apático, Henry torna-se rapidamente um exemplo para os jovens desafeiçoados. Ao descobrir uma ligação emocional improvável com os alunos, os professores e uma adolescente foragida que recolhe das ruas, Henry apercebe-se de que não está sozinho na sua luta de vida para encontrar beleza num mundo aparentemente cruel e sem amor.

  1. Invictus: 2009

Nelson Mandela (Morgan Freeman), recém-eleito presidente da África do Sul usa o rúgbi para unir os sul-africanos já que a Copa do Mundo de Rúgbi seria realizada pela primeira vez no país. Para isso se reúne com François Pienaar (Matt Damon) que é o capitão da equipe da África do Sul e o incentiva para que seleção seja campeã. Em um trecho do filme, o jovem capitão vai à entrevista com Mandela e começa a fazer perguntas e Mandela responde com outras perguntas.  Mandela faz com que o jovem repense o formato de liderança que ele adotava no time

  1. Coach Carter: 2005

Coach Carter (Samuel L. Jackson) vai trabalhar como técnico do time basquete do colégio de sua adolescência. Mas o clima que encontra é de falta de respeito, além de desempenho sofrível. Seu regime de novas regras melhora o desempenho dos jogadores no esporte e também na vida.

  1. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain: 2001

Amélie (Audrey Tautou) vive em Paris, em seu mundinho particular. Trabalha como garçonete em um pequeno café e mora em um apartamento alugado onde vive suas fantasias. Porém, sua vida sofre uma transformação radical no dia em que descobre, em seu apartamento, uma antiga caixa cheia de objetos infantis. Empolgada, assume a missão de encontrar seu dono e essa jornada irá conduzi-la a um mundo totalmente novo, excitante, cheio de aventuras e esperança.  Quando encontra o dono desses objetos, Amélie descobre um novo objetivo para sua vida: fazer as pessoas felizes através de pequenos gestos.

  1. Holland – Adorável Professor: 1995

Em 1964 um músico (Richard Dreyfuss) decide começar a lecionar, para ter mais dinheiro e assim se dedicar a compor uma sinfonia. Inicialmente ele sente grande dificuldade em fazer com que seus alunos se interessem pela música e as coisas se complicam ainda mais quando sua mulher (Glenne Headly) dá à luz a um filho, que o casal vem a descobrir mais tarde que é surdo. Para poder financiar os estudos especiais e o tratamento do filho, ele se envolve cada vez mais com a escola e seus alunos, deixando de lado seu sonho de tornar-se um grande compositor. Com o tempo, o o professor revê sua postura enquanto pai e resgata relações com seu filho, a qual se fragmentou em decorrência da sua intensa dedicação ao magistério.

  1. Gandhi: 1982

O filme conta a trajetória do indiano Mohandas Karamchand Gandhi (Ben Kingsley) que, com manifestações enérgicas, mas não-violentas, atraiu para si a atenção do mundo ao se colocar como líder espiritual de hindus e muçulmanos. “É o mesmo caso do Invictus, as pessoas que passavam por Gandhi faziam perguntas a ele que, ao invés de responder fazia outras perguntas”, diz Fátima. As pessoas, ao pensarem sobre as perguntas feitas por Gandhi, passavam a entender o que estava por trás das decisões do líder.

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