inteligência intelectual

A Inteligência Intelectual

A inteligência clássica é a mental, medida por testes de QI (Quociente Intelectual). Ela tem uma forte base genética e permanece praticamente estável a vida toda. O QI padrão gira em torno de 100, é definido por meio de testes que medem o raciocínio, a orientação espacial, as habilidades analíticas, linguísticas etc. São o resultado do pensamento lógico.

A inteligência intelectual dominou a sociedade ocidental por séculos, à qual creditavam-se todo o sucesso na vida. Profissionais com QI elevado sempre foram valorizados, pois aprendem e raciocinam rapidamente, memorizam grande quantidade de dados, lembram-se de muitas informações, argumentam racionalmente, resolvem problemas complexos etc.

 Durante séculos preconizaram-se que as pessoas sem essas habilidades (assim consideradas aquelas com baixo QI), estavam fadadas a empregos medíocres, enquanto aquelas de alto QI eram predispostas a conseguir excelentes trabalhos.

No entanto, esse paradigma tem sido continuamente quebrado, vamos saber como.

A Inteligência Emocional

Os grandes avanços da psicologia e da neurociência das últimas décadas nos revelam coisas importantes sobre a inteligência.

A contribuição mais conhecida veio do psicólogo, jornalista e PhD. Daniel Goleman ao investigar o que os profissionais eficazes, equilibrados, bem-sucedidos e com desempenhos acima da média tinham em comum. Ele descobriu que eles possuíam alto nível de uma habilidade identificada como Inteligência Emocional (IE). Eles têm alto Quociente Emocional (QE).

Segundo ele, em grande parte das profissões, o QE é tão significativo – e às vezes mais – que o QI. É o caso daquelas que necessitam de grandes habilidades sociais. Por outro lado, para algumas carreiras como a medicina, física, química ou matemática é necessário ter QI considerável.

Mas ainda assim, a aptidão intelectual não é o principal aspecto que determina o sucesso. Se você é gestor ou líder sabe quantas vezes teve que lidar com alguém que o deixou em maus lençóis porque fez um bom trabalho intelectualmente, mas pobre de emoções. Pessoa de alto QI e baixo QE é aquela caricatura do intelectual com total domínio da mente, mas inábil no mundo pessoal.

Então o que é mais importante, ser inteligente intelectualmente ou emocionalmente?

A resposta é simples: ambas inteligências são importantes, e possuímos, em maior e menor grau, as duas.

A Inteligência Intelectual e a Emocional são distintas, mas não se contrapõem, elas se complementam. O ideal é que possamos fazer com que nosso QI funcione bem com o nosso QE. O primeiro abre portas, mas é o segundo que mostrará quanto estamos preparados para lidar com as questões do dia a dia.

Desenvolvimento da Inteligência Emocional

Diferente o QI, a QE pode ser desenvolvida.

Durante muitos anos os neurocientistas acreditam que por volta dos 7 anos nosso cérebro se tornava inflexível e preso aos seus hábitos.

Mas os recentes avanços da ciência mostraram que nosso cérebro possui uma incrível capacidade chamada plasticidade. Isso significa que, mesmo que seja difícil, é possível mudá-lo e construir novas redes neurais.

Por meio de práticas todos podemos mudar nossas estruturas cerebrais e no nosso caso, nos tornarmos pessoas emocionalmente inteligentes.

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