{"id":25890,"date":"2021-02-08T23:36:44","date_gmt":"2021-02-09T02:36:44","guid":{"rendered":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/amar-o-que-faz-isso-e-real\/"},"modified":"2021-02-08T23:36:44","modified_gmt":"2021-02-09T02:36:44","slug":"amar-o-que-faz-isso-e-real","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/amar-o-que-faz-isso-e-real\/","title":{"rendered":"AMAR O QUE FAZ: ISSO \u00c9 REAL?"},"content":{"rendered":"<p><em>Amar o que faz: isso existe de verdade? Algu\u00e9m ama verdadeiramente o seu trabalho?<\/em><\/p>\n<p>Seja como professoras de neg\u00f3cios e carreira; como empregadoras, colaboradoras ou mentoras, esse tema nos interessa muito. Assim, realizamos in\u00fameras pesquisas sobre pessoas que amam e outras que n\u00e3o gostam do seu trabalho. O que nos revela a diferen\u00e7a substancial entre elas.<\/p>\n<p>Em nosso artigo &#8220;<a href=\"https:\/\/blog.isiinfinity.com.br\/qual-o-significado-do-trabalho-para-voce\/\">Qual o Significado do Trabalho para Voc\u00ea&#8221;<\/a> falamos sobre as tr\u00eas formas de perceber e vivenciar o trabalho. Antes de continuar a leitura, sugerimos que o leia antes, assim entender\u00e1 melhor a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De fato, existem pessoas que percebem o trabalho como uma voca\u00e7\u00e3o, miss\u00e3o e prop\u00f3sito. Elas amam o que fazem. Assim, voc\u00ea deve estar se perguntando: <em><strong>O que isso importa? Isso faz alguma diferen\u00e7a na vida, empresa ou resultados?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>J\u00e1 vamos antecipar: <strong>Sim, faz toda a diferen\u00e7a<\/strong>. Observe a hist\u00f3ria real a seguir e compreenda essa distin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2><strong>Amar o Trabalho x N\u00e3o Gostar do que Faz<\/strong><\/h2>\n<p>A princ\u00edpio, na mesma empresa, duas pessoas trabalham no departamento de marketing, fazendo trabalhos similares e nas mesmas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A primeira delas n\u00e3o aprecia muito seu trabalho, faz as coisas sem muito entusiasmo, trabalha pelo sal\u00e1rio. Seus interesses e suas paix\u00f5es n\u00e3o est\u00e3o ali; o que ela realmente gosta de fazer est\u00e1 l\u00e1 fora. Dessa forma, ap\u00f3s cumprir suas obriga\u00e7\u00f5es e o seu hor\u00e1rio ela vai fazer o que aprecia: est\u00e9tica facial.<\/p>\n<p>J\u00e1 a outra pessoa adora o seu trabalho. Suas paix\u00f5es e interesses est\u00e3o ali. Assim sendo, trabalhar n\u00e3o \u00e9 um peso, \u00e9 uma motiva\u00e7\u00e3o. Mal v\u00ea as horas passarem durante o dia. Ao sair dali, continua com os mesmos interesses, l\u00ea e estuda mais sobre o assunto. De vez em quando ministra algumas aulas de publicidade e marketing.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s sair do trabalho, a primeira pessoa sofre uma esp\u00e9cie de apag\u00e3o. N\u00e3o pensa em nada do que viveu durante o per\u00edodo de trabalho, pelo contr\u00e1rio, procura esquecer e volta a pensar nele somente no dia seguinte.<\/p>\n<p>J\u00e1 a segunda pessoa, sai do trabalho e aprende mais ainda sobre ele. O que ela assimila fora a faz pensar nele, n\u00e3o como um peso e sim como um desejo de se desenvolver continuamente. No dia seguinte ela entra na empresa cheia de ideias e vontade de aplicar o aprendizado.<\/p>\n<h2><strong>Resultados<\/strong><\/h2>\n<p>Agora imagine o resultado ao longo do tempo, a diferen\u00e7a \u00e9 gigantesca.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\">Todos os <em>stakeholders<\/em> ganham com pessoas que tendem a amar o seu trabalho.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O pr\u00f3prio profissional, a empresa, clientes, demais colaboradores.<\/p>\n<p>J\u00e1 com as pessoas que n\u00e3o gostam do que fazem, na melhor das hip\u00f3teses, tem-se profissionais desmotivados, ap\u00e1ticos e acomodados. Na pior, essas pessoas podem trabalhar consciente ou inconscientemente, contra a empresa.<\/p>\n<p>Amar o que faz n\u00e3o representa ser o Portador da S\u00edndrome de Poliana que tudo v\u00ea com lentes cor de rosa. Tamb\u00e9m n\u00e3o se trata de ser um <em>workaholic<\/em>. Nem uma coisa nem outra. Com efeito, significa ser um profissional engajado que ao mesmo tempo leva uma vida mais leve e satisfat\u00f3ria.<\/p>\n<p>Portanto, voltamos \u00e0 pergunta do t\u00edtulo do artigo&#8230; <strong>Amar o que faz \u00e9 real?<\/strong> Sim, n\u00e3o se trata de conto de carochinha. Definitivamente, existem pessoas que amam o que fazem e s\u00e3o felizes com isso.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 85%;\">Artigo escrito em colabora\u00e7\u00e3o com a <a href=\"https:\/\/www.yedaoswaldo.com.br\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Profa. Dra. Yeda Oswado<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amar o que faz: isso existe de verdade? Algu\u00e9m ama verdadeiramente o seu trabalho? Seja como professoras de neg\u00f3cios e carreira; como empregadoras, colaboradoras ou mentoras, esse tema nos interessa muito. Assim, realizamos in\u00fameras pesquisas sobre pessoas que amam e outras que n\u00e3o gostam do seu trabalho. O que nos revela a diferen\u00e7a substancial entre [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":25891,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[197,52,115,27],"tags":[219,194,245,123],"class_list":["post-25890","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-missao-visao-valores","category-psicologia","category-psicologia-positiva","category-trabalho-e-carreira","tag-psicologia-organizacional","tag-psicologia-positiva","tag-significado-do-trabalho","tag-vocacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25890","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25890"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25890\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25891"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25890"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25890"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/isiinfinity.com.br\/artigos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25890"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}