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A solidão é uma dura realidade da vida moderna. A verdade é que estamos cada vez mais conectados, com número maior de amigos nas redes sociais e ao mesmo tempo, cada vez mais distantes e solitários.
Primeiramente, a solidão é prejudicial quando uma pessoa sente uma profunda sensação de vazio, isolamento, deslocamento, falta de compaixão ou empatia, desamparo e ausência de identificação com grupos ou pessoas.
Muitas vezes, ela é a porta de entrada para sentimentos negativos ainda mais profundos.
John Cacioppo, psicólogo e diretor do Centro de Neurociências da Universidade de Chicago, é profundo pesquisador das conexões sociais e afirma que a solidão é como um iceberg, que vai mais fundo do que podemos supor.
Em suas pesquisas ele descobriu que ela é tão prejudicial à saúde quanto fumar 15 cigarros por dia.
Mas nem toda solidão é necessariamente ruim.

Evidentemente, estar desacompanhado não caracteriza solidão.
Muitas pessoas não estão com outras pelas circunstâncias ou por escolha delas próprias. Nesses casos, não há problema quando não resulta em nenhum tipo de dor emocional.
É o exemplo de uma senhora de 80 anos que mora sozinha por opção. Ela tem família e amigos a quem recorrer quando precisa, mas aprecia o silêncio, ter o seu cantinho e fazer as coisas que gosta, sem ter que dar satisfação a ninguém.
Estar sozinho pode ser uma experiência positiva e trazer alívio emocional, desde que esteja sob controle da pessoa.
O inverso também é verdadeiro, estar acompanhado não significa que a pessoa não se sinta só. Prova disso é que justamente nas cidades com grande densidade populacional encontram-se maior número de pessoas que sofrem com a solidão.
Nesse caso,
Menos muitas vezes, é mais.
Em outros casos, as pessoas preferem, literalmente, estar sós do que mal acompanhadas.
Prova disso é que o divórcio temporão cresce exponencialmente. Esse termo é utilizado para identificar as pessoas que se separam na faixa etária dos 50 anos.
Assim, sem medo de sofrerem preconceito da sociedade ou rejeição dos filhos, as pessoas maduras se sentem à vontade para pedir separação em idade mais tardia.
Para se ter uma ideia, estima-se que, em 2030, ao menos 800 mil americanos com mais de 50 entrarão com pedidos de divórcio.
É evidente que não é qualquer relacionamento que nos tira da solidão. Somente os relacionamentos positivos tem o poder de neutralizar os efeitos negativos da solidão.
É o que escrevo no artigo Conexão Social como Combate à Solidão.



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Olá! Gosto muito de seus artigos, sempre com novidades para agradar as pessoas, parabéns.
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