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Inconsciente: limite da sanidade ou da loucura.
Se antes práticas como andar descalço sobre brasas ou vidros quebrados, quebrar tábuas e tijolos com o golpe das mãos ou ficar dias sem dormir ou comer estavam restritas ao mundo da televisão ou ficção, não se impressione ao saber que agora elas ocorrem em vários contextos.
Infelizmente, em busca de soluções imediatas, enriquecimento, sucesso, resolução de problemas ou qualquer outro tipo de demanda, as pessoas se submetem a verdadeiros absurdos.
E não estamos falando de religião, o foco aqui é o mundo dos negócios.
Seja por fama, poder ou somente como prova social ou efeito manada, de pequenas a grandes organizações, verdadeiras insanidades coletivas são cometidas por meio cursos, palestras, treinamentos comportamentais e outros nomes que levam os participantes a situações-limite da mente, corpo e espírito.
Como exemplo, citem-se o presidente de uma transnacional que me relatou ter participado de um curso em que uma das provas era caminhar descalço pela praça da cidade para provar sua humildade. E ele, fez isso, mas por quê?
infelizmente, muitos homens e mulheres poderosos e inteligentes fazem a mesma coisa sem se dar conta da insensatez, o fazem de forma inconsciente. E é isso exatamente que essa situação deseja provocar: uma irracionalidade coletiva.
Em um outro curso, uma conhecida impulsionada por gritos de “Você consegue”; “Você é poderosa”, se atirou de costas de uma marquise de 5 metros de altura para cair em queda livre no braço de outras pessoas. Segundo o trainer comportamental, isso serviria para provar sua autoconfiança e o poder de seu pensamento positivo.
Ela era uma mulher influente, inteligente, que viajou pelo mundo todo me relatou isso de forma natural, apesar de lembrar que outros hóspedes do mesmo hotel onde ocorria o curso, ameaçaram chamar a polícia pois disseram que aquilo era uma verdadeira loucura.
Mas os participantes do evento achavam tudo perfeitamente normal, em uma espécie de transe coletivo, sentiam-se ajustados e “em casa”. Ela mesma achou o curso muito interessante e “transformador”, em suas palavras.
O problema é que aquela falta de razoabilidade pode acompanhar a pessoa por muito tempo, ficando presa em seus devaneios, acreditando que o que fizera era o certo.
Artigo inspirado em “Presente Futuro Livro 10/1” de Carl Jung. Parte desse artigo publicado na Coluna Painel Corporativo da Gazeta de Limeira, 25/10/2015



[…] crescer não possuem o que Valliant chama de defesas maduras como o altruísmo, a capacidade de adiar gratificações e a preocupação com o futuro. Não têm o que a Psicologia Positiva chama de vida de […]
[…] Recentes pesquisas dos psicólogos positivos revelam que pessoas com alto nível de esperança obtém melhor desempenho acadêmico (independente do Quociente Intelectual), possuem pensamento divergente (a capacidade de gerar muitas ideias, associações e detalhes) e elevado nível de consciência. […]
[…] São facilmente reconhecíveis, geralmente utilizam efeitos externos como muitas luzes, pisar em brasas e quebrar madeiras (preparadas) com as mãos. Clique aqui para conhecer mais sobre isso. […]
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