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Sombras: reconheça seu lado escuro e trabalhe com ele.
Para evitar ser conduzido incoscientemente pelas próprias sombras, precisamos nos tornar conscientes de certos aspectos de nós mesmos, trazendo-oss à nossa consciência.
É o que sobre isso que falamos em nosso artigo “Lado Sombra, nosso aspecto indesejável.”
A questão não é se temos sombras (todos temos) mas o grau de influência que elas exercem sobre nossos pensamentos, emoções e comportamentos. Por isso, reconhecê-las é fundamental.
Em cada história, existe há um herói e um antagonista. Na sua história de vida, você ocupa ambos os papeis. Portanto, é importante compreender que temos a luz e a escuridão habitando em nós.
Quanto mais evitamos reconhecer o lado sombra, pior nos sentimos. Cheg a um ponto em que já não é possível mais ignorá-lo, nem mesmo diante de nós mesmos.
Com o tempo, especialmente à medida que amadurecemos, o desejo de sermos autêntico cresce me nós. Já não queremos agir apenas por sobrevivência ou adaptação, repetindo padrões coletivos de efeito manada, tão comuns na juventude.
Por isso, olhara para esse aspecto da personalidade que preferiríamos não reconhecer é um passo necessário para o nosso desenvolvimento humano.
Reconhecer a sombra permite diminuir a interferência inconsciente, tornando-a menor perto do que nós somos.
Podemos acolher as sombras e compreendê-las, não como aspectos desprezível do nosso ser, mas como partes indivisíveis dele.
Afinal, para nos protegermos das dores psíquicas quando éramos crianças, evocamos nossas sombras e elas foram úteis. Como exemplo, uma cultura onde é inaceitável que homens chorem, alimenta a sombra masculina de repressão da manifestação emocional. Logo, alimenta e faz crescer dentro da criança o machismo, o autoritarismo, e principalmente, que as emoções não podem ser manifestar, sendo isso um sinal de fraqueza.
Esses conteúdos, quando não reconhecidos, nos acompanham desde então, seja por meio de pensamentos negativos e/ou ruminantes, crenças limitantes, desejos reprimidos, comportamentos indesejáveis, autocrítica excessiva, autossabotagem, limitações autoimpostas e padrões de comportamento que não reconhecemos totalmente.
Com atenção e disposição , é possível identificá-los e lidar com eles de forma mais consciente.
Trabalhar com as sombras não significa eliminá-las totalmente, mas assumir a responsabilidade pelos aspectos que evitamos reconhecer. E depois, agir com equilíbrio.
Somente quando a reconhecemos é que podemos fazer escolhas livres e conscientes na vida. Se por um lado não precisamos seguir reprimidos, por outro não precisamos agir como trens desgovernados.
Se continuar ignorando nossa própria sombra, ela será a condutora, fazendo com que nossos impulsos e sentimentos rejeitados continuem influenciando nossas decisões, reçaões e relacionamentos.
Entretanto, quando lidamos com ela de forma madura, parte da energia reprimida pode ser utilizada para o crescimento e o aprendizado.
Esse processo envolve observar como determinados comportamentos se repetem, quais emoções surgem em situações específicas e de que maneira certos impulsos influenciam nossas atitudes.
Sobretudo, tornar a nossa sombra mais clara não significa fixar nela e sim, trazer à consciência sentimentos, impulsos, necessidades e capacidades que foram reprimidos durante a vida.
Reconhecer a sombra é uma parte inexorável do autoconhecimento. No entanto, o objetivo não é viver em função dela, mas saber lidar com a sua presença.
Para finalizar, a estratégia ideal para encarar a sua sombra, é o compromisso diário com o desenvolvimento emocional. Ao prestar mais atenção às próprias emoções, sentimentos e comportamentos, aumenta-se a capacidade de perceber quando sua sombra está atuand e assim, escolher respostas mais conscientes.



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