GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS

gestão de pessoas

A necessidade de reposicionamento das organizações frente ao cenário competitivo trouxe alterações nas formas de gerir pessoas.

Para dar respostas rápidas ao mundo competitivo, fez-se necessária uma proposta inovadora de atuação na área de gestão de pessoas. O modelo proposto em 1980 pelo pesquisador David McClelland tornou-se conhecido como Gestão de Pessoas por Competências e mostrou-se bastante eficiente para atender a essas necessidades.

Nele, tanto organizações quanto pessoas devem ser competentes. Assim, alinha-se as competências individuais associadas às necessidades organizacionais. O crescimento é mútuo. Paradoxalmente, essa responsabilidade é cada vez menor da área de Recursos Humanos para se tornar coletiva e institucional.

O foco principal dessa gestão está no interesse conciliado e equilibrado entre pessoas e organizações e no desenvolvimento mútuo.

Competências são:

Um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes (CHA) relacionado a atuação e responsabilidades dos profissionais que corrobora para uma alta performance.

No Modelo por Competências, existe a crença do potencial ilimitado de desenvolvimento do ser humano.

Justamente  é o domínio das competências que leva os profissionais e empresas a fazerem diferença no mercado. Mas só isso não basta, é necessário que haja uma entrega verdadeira para alcançar os resultados desejados.

Competências, Potencial e Desempenho

E para terem resultados, as organizações dependem das competências e, cada vez mais, do engajamento de cada profissional para alcançar os objetivos de seus negócios.

O comprometimento e o envolvimento das pessoas contribuem e em muitos casos, de maneira decisiva, para resultados das organizações. Por isso, nada mais sensato, que reter os talentos que detém essas competências.

Modelo por Competências e a Gestão de Talentos

Para isso, a gestão das pessoas deve ser realizada com maior foco no desenvolvimento e menos no controle do comportamento. Os colaboradores precisam sentir-se estimulados e reconhecidos para que possam evoluir continuamente. Desta forma suas competências serão retornadas para a empresa a níveis cada vez mais ascendentes.

E essa é a verdadeira integração das necessidades individuais aos objetivos e estratégias organizacionais, numa visão participativa, flexível e efetiva.

A proposta do Modelo de Gestão por Competências traz um grande impacto nos resultados. É verdade que não é fácil adotá-lo em uma organização rígida, centralizada e autoritária, já que requer uma troca constante e muitas transformações, em que ambos (empresa e profissional) estejam dispostos a se ajudar.

Mas posso garantir, diante das minhas experiências e como pesquisadora que esse modelo será extremamente relevante na nova economia que se desenha a partir da revolução industrial 4.0.

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