Ingratidão: muitas pessoas acham que têm direito às coisas, em...
Leia maisIngratidão: muitas pessoas acham que têm direito às coisas, em...
Leia maisTeoria dos setênios, uma contribuição fascinante para a vida e...
Leia maisO gosto amargo da injustiça… Quando éramos crianças nossos pais...
Leia mais
“Não tenho tempo”. “Estou na correria”. “Estou com pressa”.
Quantas vezes falamos e ouvimos frases como essas? Estamos tão acostumados a elas que às vezes, falamos sem pensar e ao fazer isso repetidas vezes, torna-se uma profecia autorrealizável. O resultado é um transtorno de ansiedade generalizada, conhecida no senso comum como “síndrome da pressa”.
Esse fenômeno não chega a ser uma doença como a Síndrome do Pânico, mas causa desconforto emocional e alteração do humor, afetando significativamente a vida da pessoa em todas as áreas.
Aquelas que sofrem desse transtorno geralmente colocam para si, metas e uma quantidade imensa de tarefas praticamente impossíveis de serem realizadas em curto espaço de tempo. Superestimam a quantidade de tempo, querendo fazer tudo em um único dia.
Obviamente que não conseguem pois o uso do tempo é limitado. Logo, os sentimentos de frustração, incapacitação, autocrítica e autocobrança aparecem, gerando mais ansiedade. A pessoa tem a sensação que terminou o dia sem ter feito tudo que acha que deveria. Para se livrar da ansiedade, coloca mais tarefas para serem feitas na sua agenda lotada e compromissos, não consegue ter o desempenho que gostaria e gera um círculo vicioso.
Pessoas com essa síndrome apresentam sintomas muito parecidos com o estresse, por isso são muitas vezes confundidos.
Fala rápida, tensão, irritabilidade, hostilidade, impaciência, valorização da quantidade e em detrimento da qualidade, sono agitado, insônia, interrupção da fala de terceiros, andar depressa e busca por psicotrópicos que controlem as emoções são características dos apressados.
Ao ocorrer continuamente, a pressa ocasiona o estresse, afetando o convívio com outras pessoas, a autoestima, a saúde da pessoa e o seu trabalho.
O mundo demanda senso de urgência, a pressa, em si, não é um problema. Vivemos em mundo volátil, incerto, competitivo.
Indivíduos com determinamos perfis comportamentais precisam dessa característica para se sentirem ativos.
O problema é quando a pressa se torna recorrente, 24 horas por dia. Momentos de calma, serenidade, contemplação – o tão conhecido mindfulness são fundamentais para o equilíbrio do corpo, mente e espírito e renovação da energia.
Por outro lado, imagine um profissional demasiadamente calmo, tranquilo, que faz tudo vagarosamente ou deixa tudo para depois. Essa pessoa certamente não tem lugar no mundo do trabalho nesse século que demanda agilidade.
Sem dúvida, o equilíbrio e fundamental.
Ter consciência do problema e mudar comportamentos é fundamental para minimizar os efeitos da síndrome da pressa.
Antes, somente os workholics, que vivam preocupados com o trabalho, é que sofriam dessa síndrome. Hoje, até mesmo as crianças e adolescentes sobrem com ela.
Seguem algumas dicas:
Todas essas atitudes aumentam a qualidade de vida e minimizam os efeitos da pressa, mas se não conseguir fazer tudo isso sozinho, procure um profissional, um psicólogo ou coach que poderá auxiliá-lo a atingir o estado desejado.
Conheça nosso ebook Práticas de Mindfulness.



Muito bom me identifiquei sou extremamente ansiosa falou tudo sobre me irei fazer as tarefas adorei as dicas!!!
Que bom, ficamos felizes em contribuir.
Copyright © ISI INFINITY 2012 – 2025 Todos os direitos reservados.
Fale agora com nossos consultores!
Respostas de 2
Muito bom me identifiquei sou extremamente ansiosa falou tudo sobre me irei fazer as tarefas adorei as dicas!!!
Que bom, ficamos felizes em contribuir.