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“Carlos faltou ao trabalho”, disse a gerente de RH. “Outra vez?” – perguntou o supervisor. Essa situação é vivenciada cada vez mais no mundo do trabalho, em todos os tipos e tamanhos de organizações por muitos profissionais que consciente ou insconscientemente, utilizam dessa prática para se afastar do contexto laboral.
Segundo pesquisa da OIT (Organização Internacional do Trabalho, 2013) 75% da totalidade de faltas na indústria são justificadas por atestados médicos. Algumas dessas ausências afastam os profissionais de situações indesejáveis no trabalho, influenciando sua decisão de comparecer à empresa ou permanecer em casa.
Primeiro é necessário entender o significado do trabalho para cada um, que tanto pode ser positivo quanto negativo. Se por um lado ele representa um conjunto de valores, sendo uma atividade indispensável para o desenvolvimento individual e coletivo das pessoas, consistindo em um dos principais meios para aquisição de identidade (uma das principais necessidades humanas), por outro lado o trabalho pode ocasionar doenças, insatisfação, conflitos e desmotivação, gerando o absenteísmo.
O absenteísmo significa a ausência do funcionário no período de trabalho, ou a soma de tempo em que ele se ausenta da empresa, seja ela por falta ou atraso.
As causas desse problema geralmente estão relacionadas a doenças ocupacionais de ordem física ou emocionais como o estresse, por exemplo.
E o que ocasionam as doenças ocupacionais?
Existem situações explícitas ou veladas que atenuam o problema. É o caso de infraestrutura inadequada, gestão e cultura centralizadora, liderança autoritária, falta de valorização e reconhecimento do profissional, dentre outros.
Outro fato que contribui para o absenteísmo é o momento econômico de pleno emprego onde as pessoas podem escolher mudar de trabalho praticamente quando desejarem combinado com o fato de que a maioria dos profissionais ativos são da geração Y, com comportamentos e valores diferenciados, que não temem nem sentem culpa por faltar ao trabalho.
Por ser complexo e de difícil gerenciamento é complicado contabilizar o prejuízo com esse problema, mas sabe-se dos seus impactos negativos, tais como:
Muitas organizações preocupadas com o alto índice de absenteísmo procuram investigar sua causa e formulam planos de ação para implementar medidas para sua diminuição.
Ao longo do tempo, por meio das minhas consultorias, práticas organizacionais, aulas e orientações de dissertações de mestrado observei que algumas práticas são importantes para diminuir o absenteísmo.
Seguem 10 práticas de baixo custo que as empresas podem adotar:
A gestão do absenteísmo não depende somente da empresa.
Infelizmente, muitos profissionais faltam porque querem, não tem motivo, mas se valem dessa condição para fazer outras coisas, como viajar, por exemplo.



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