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Sucessão em empresas familiares são uma das questões mais procuradas nos processos de mentoring. Em minhas mentorias é muito comum atender pais e filhos em processos de sucessão.
A literatura sobre o assunto no mundo inteiro ainda é escassa e encontrar mentores experts nessa área ainda é muito difícil.
O perfil e experiência do mentor, sua história de sucesso e acúmulo de autoridade sobre o tema o torna único e difícil de encontrar no mercado.
O processo sucessório é importante, desafiador e essencial à continuidade dos negócios quando falamos de empresas familiares.
As empresas paternalistas com alto grau de centralização pelo fundador ainda tratam o assunto quase como um tabu, relegado a segundo plano. Em algumas delas, o tema gera imensa carga emocional e o excesso de informalidade entre seus membros levam a discussões acaloradas.
Mas felizmente, a maioria das organizações familiares hoje são competitivas, com gestão profissional, tratam a sucessão como algo normal ou como uma oportunidade de crescer ainda mais. Sobretudo, a questão está na agenda dos fundadores preocupados com a continuidade da organização. São geralmente essas que procuram um mentor para conduzir ou orientar o processo.
No processo de mentoring o mentor precisa focar-se em vários aspectos, principalmente no desenvolvimento de novas habilidades gerenciais e de liderança do seu mentorado, para que esse possa assumir desafios maiores. Nesse sentido:
O foco do desenvolvimento não é o aumento da eficiência das pessoas em suas posições, mas sim a preparação delas para posições de maior complexidade.
É o que nos ensina o Prof. Joel de Souza Dutra, um brilhante pesquisador e professor na área de gestão de pessoas.
O mentor enfrentará dois grandes desafios em um processo sucessório familiar:
O primeiro deles é relacionar as empresas com os projetos de vida dos sucessores de forma que eles não se sintam pressionados a assumirem cargos e posições que não desejem.
E o segundo deles é que trazer à consciência do sucedido (ou fundador) que é necessário “passar o bastão” e que existem outras formas de autorrealização que ele pode encontrar fora da empresa.



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