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Inteligência emocional e suas habilidades fundamentais.
Em seus anos de pesquisas, o psicólogo e PhD. Daniel Goleman, da Universidade de Harvard, identificou que os profissionais eficazes e com desempenhos acima da média, são aqueles que possuem alto nível de uma habilidade identificada como inteligência emocional (IE).
O mais curioso é que a inteligência acadêmica pouco tem a ver com a vida emocional. Pessoas brilhantes, com alto grau de inteligência intelectual (Quociente Intelectual) podem ter impulsos desgovernados e afundar-se no descontrole de suas próprias emoções.
Analogamente, estudos recorrentes comprovam que a inteligência emocional pode ser tão poderosa – e às vezes mais – que o quociente intelectual.
Ainda segundo Goleman, para exercer algumas profissões como medicina, física, química, matemática é necessário ter Inteligência Intelectual (de 90 a 100 pontos).
Mas se o nível de Inteligência Emocional não for elevado, esses profissionais terão desempenho ruim ou mediano ao longo das suas vidas, podendo fracassar em suas profissões.
A IE é fundamental para ter sucesso na vida. Quanto maior o cargo e as responsabilidades, mais dependemos da nossa inteligência emocional para sermos bem sucedidos.
Resumidamente, a IE é a capacidade de sentir, entender, regular e aplicar eficazmente o poder e a perspicácia das emoções. Isso inclui todas elas, das básicas às sociais.
Outrossim, a IE não é somente ter autocontrole sobre as emoções, ser amável ou se dar bem com os outros. Quando apresentamos inteligência emocional somos capazes de entender nossa própria constituição emocional e as das outras pessoas.
Também para Goleman, a IE é um tipo de inteligência adaptativa, relacionada à nossa capacidade de avaliar ou reconhecer a situação em que nos encontramos. Com isso, conseguimos agir sabiamente e de maneira adequada diante do contexto em que estamos inseridos.
Segundo o Modelo Inicial de Inteligência Emocional de Daniel Goleman, as pessoas emocionalmente inteligentes apresentam 5 características recorrentes divididas em dois grupos de habilidades: intra e interpessoais.
É o que veremos a seguir.
Inicialmente, esse conjunto de habilidades diz respeito ao quanto conhecemos verdadeiramente a nós mesmos e como podemos usar esse conhecimento para agirmos de forma eficaz na vida.
Assim, pessoas com habilidades intrapessoais possuem três competências, a saber:
1) Autoconhecimento: reconhecem suas emoções e sentimentos enquanto eles ocorrem e sabem lidar com eles. São confiantes, possuem senso de humor e são conscientes da impressão que causam aos outros.
2) Autorregulação: adiam gratificações e prazeres imediatos para atingir seus objetivos. Possuem a habilidade de confortar-se, livrar-se da ansiedade, tristeza, medo, raiva ou irritabilidade incapacitantes.
3) Automotivação: possuem motivação interna, têm iniciativa e são perseverantes. Iniciam e terminam tarefas e projetos. Colocam as emoções a serviço de uma meta.
É o conjunto de habilidades de pessoas que sabem lidar de forma eficaz com os outros. Elas conhecem o que os motivam, como trabalham, agem de forma cooperadora com eles, assim como obtêm cooperação.
Assim, pessoas com habilidades interpessoais apresentam as seguintes capacidades
4) Empatia: são empáticos, colocam-se no lugar dos outros. Estão sintonizados com os sutis sinais sociais que indicam o que os outros precisam ou querem.
5) Lidam com relacionamentos: possuem bons relacionamentos interpessoais, são persuasivos e influentes. São populares, geralmente assumem a liderança e sabem administrar conflitos.
Posteriormente ao modelo inicial, Daniel Goleman e outros autores o simplificaram à medida que foram analisando novos dados. Desta forma, os cinco pilares foram simplificados à medida que novos estudos iam surgindo. Os quatro pilares são: autoconsciência, autogestão, consciência social e gestão relacional.
Para se ter uma ideia, de tão importante para a autorrealização e sucesso, em todas os nossos cursos trabalhamos com estratégias para desenvolver a IE dos participantes – de analistas a diretores de empresas.
Em contrapartida, se por um lado temos a inteligência emocional, por outro temos o analfabetismo emocional. Conheça o alto preço a se pagar por isso.
Em princípio, os pais, professores, escolas e universidades que estão mais preocupados com o desenvolvimento da racionalidade do que com a inteligência emocional, o bem-estar, a felicidade ou a autorrealização dos alunos, estão claramente contribuindo para o analfabetismo emocional.
Consequentemente, esses mesmos jovens que depois vão para o mercado de trabalho e se deparam com uma série de situações para os quais não foram preparados, tornam-se adultos ansiosos, deprimidos, frustrados e/ou medrosos.
Não sabem lidar com situações adversas como conflitos interpessoais, pressões, fracassos, competição ou injustiça.
O resultado é que tornam-se vulneráveis às situações da vida, alguns ficam agressivos, outros passivos demais.
Portanto, o ideal é que a Inteligência Emocional fosse ensinada desde a infância.
Mas é impossível desenvolver a IE nas crianças e adolescentes, sendo eles alunos, filhos, sobrinhos se você não tem a sua própria Inteligência Emocional plenamente desenvolvida.
O mais importante nesse momento é que você saiba que a IE uma habilidade que pode ser aprendida, e quanto mais cedo, melhor!
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[…] da Psicologia Positiva, C. Daniel Batson, a empatia é uma resposta emocional à dificuldade emocional percebida de outra pessoa; ela envolve a capacidade de corresponder às emoções de outrém. Não […]
[…] que o seu cérebro se fixe nessa situação. Daniel Goleman, um dos maiores pesquisadores da Inteligência Emocional, intitula essa condição como “Sequestro da Amígdala” – é quando não […]
[…] conhecer suas próprias emoções e sentimentos. Para isso é necessário autoconhecimento e inteligência emocional. As pessoas que se autoconhecem são mais ponderadas e procuram avaliar os prós e contras, não […]
[…] inteligência emocional é uma competência importante no exercício da […]
[…] Se a sua exasperação foi originária de alguma injustiça, calúnia, desigualdade, racismo ou preconceito, você deve utilizá-la de forma inteligente e construtiva com equilíbrio e autocontrole. Isso chama-se Inteligência Emocional. […]
[…] várias emoções diferentes, dezenas delas. Primárias, secundárias e de fundo. Pessoas com inteligência emocional compreendem a sua importância, sabem gerenciá-las e aprendem sobre elas durante a vida […]
Ótimo conteúdo .
Tudo falado nesse curso, nos traz uma nova experiência com nós mesmos
Nos autoconhecer
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