Ingratidão: muitas pessoas acham que têm direito às coisas, em...
Leia maisIngratidão: muitas pessoas acham que têm direito às coisas, em...
Leia maisTeoria dos setênios, uma contribuição fascinante para a vida e...
Leia maisO gosto amargo da injustiça… Quando éramos crianças nossos pais...
Leia mais
Estresse: como lidar?
Todos nós possuímos recursos para lidar com situações estressoras. Seth J. Gillihan, em seu livro sobre Técnicas de Terapia Cognitivo-Comportamental para lidar com ansiedade, depressão, ravia, pânico e preocupação explica que:
Nosso corpo e nossa mente são bem equipados para lidar com picos breves de estresse. Mas quando os estressores são crônicos – como um percurso de duas horas no trânsito cinco dias por semana, um ambiente de trabalho abusivo ou um divórcio prolongado e litigioso –, nossos recursos para lidar com eles se esgotam.
No trabalho, quando as demandas são percebidas como superiores aos recursos disponíveis para enfrentá-las e essa condição se prolonga, a saúde, o bem-estar e o desempenho profissional podem ser comprometidos.
O estresse relacionado ao trabalho afeta tanto os trabalhadores quanto as organizações, produzindo consequências significativas para ambos.
Nas organizações, pode resultar em redução do engajamento, aumento do absenteísmo, da rotatividade, dos acidentes de trabalho e dos custos associados ao adoecimento e às questões trabalhistas.
Para os trabalhadores, pode provocar consequências físicas, psicológicas, emocionais e sociais, comprometendo a qualidade de vida. Entre as manifestações mais frequentes estão dificuldades de concentração, queda no desempenho, redução da produtividade e maior probabilidade de erros e acidentes.
Quando o estresse permanece intenso e persistente, sem oportunidades adequadas de recuperação, pode contribuir para o desenvolvimento da síndrome de burnout e de outros problemas de saúde mental.
O estresse relacionado ao trabalho pode se manifestar de diferentes formas, com repercussões físicas, psicológicas e comportamentais.
Diversos fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, especialmente quando as demandas são elevadas e os recursos pessoais e organizacionais disponíveis para enfrentá-las são insuficientes.
O Modelo Demanda–Controle, desenvolvido por Karasek e posteriormente ampliado por Theorell, demonstra que a combinação entre altas demandas psicológicas e baixa autonomia no trabalho está associada a maior tensão e risco de adoecimento conforme demonstrado na figura a seguir.

Quando o estresse relacionado ao trabalho se torna crônico e não é adequadamente gerenciado, pode resultar em burnout, caracterizado por exaustão, distanciamento mental ou cinismo em relação ao trabalho e redução da eficácia profissional.
Por isso, promover ambientes de trabalho saudáveis, equilibrar demandas e recursos e desenvolver lideranças capazes de reconhecer precocemente os sinais de sofrimento são estratégias fundamentais para prevenir o adoecimento e proteger a saúde psicológica nas organizações.
A prevenção do estresse relacionado ao trabalho exige ações voltadas tanto ao bem-estar das pessoas quanto à organização do trabalho.
Selecionamos 6 estratégias importantes que incluem:
Embora a organização tenha um papel importante na prevenção dos riscos psicossociais, os trabalhadores também podem desenvolver recursos que favoreçam o enfrentamento saudável do estresse.
Algumas estratégias incluem:
Cada pessoa percebe e responde ao estresse de maneira diferente. Fatores como experiências anteriores, recursos pessoais, apoio social e contexto de vida influenciam a forma como os desafios são enfrentados.
Por isso, reconhecer os próprios limites e buscar apoio quando necessário não é um sinal de fragilidade, mas uma estratégia importante para preservar a saúde e o bem-estar.



adorei o artigo , muito importante para eu me conhecer , realmente não é fácil lidar com situações estressantes, seja estas em casa , no trabalho, lidar com clientes que não leem as publicações e fazem os pedidos em cima da hora isto complica minha vida ,mas eu estou dando valor ao meu trabalho tenho qualidade e tenho preço também e não faço mais em conta para agradar a ninguém e nem cobrir ofertas são coisas que também causam m stress de fato não da para agradar a todos , mas sofri muita pressão psicológica com chefe fazendo vista grossa…
Excelente reflexão. Gostei especialmente da abordagem que trata o estresse como resultado da interação entre as demandas do trabalho e os recursos disponíveis para enfrentá-las, em vez de atribuí-lo apenas à capacidade individual de cada pessoa. Também considero muito pertinente a ênfase no papel das lideranças e da organização na prevenção dos riscos psicossociais. É um tema cada vez mais relevante para a construção de ambientes de trabalho saudáveis e sustentáveis.
A distinção entre estresse e burnout, assim como a apresentação de estratégias tanto para as empresas quanto para os trabalhadores, torna a leitura prática e equilibrada. A mensagem de que a promoção da saúde mental é uma responsabilidade compartilhada é um dos pontos mais valiosos do texto.
Interessante esse tópico de como lidar com o estresse porque querendo ou não, vamos passar por essa “reação natural” no dia-a-dia, faz parte da nossa rotina. Portanto a maneira como lidamos é muito importante e reflete o futuro no nosso emocional, físico e mental.
Artigo riquissimo. É muito importante sabermos identificar o nível de estresse que estamos passando e até mesmo poder ajudar os colaboradores e a própria organização. Se afeta um, infelizmente afetará todos ao redor, buscar apoio é imprescindível.
Acho preocupante quando começamos pensar que tudo é estresse ou sobrecarga, pressão, dificuldade e etc… Essas coisa nos enfraquecem, dificuldades, pressão, cobrança, prazos apertados sempre teve e sempre terá, é aí que separa os vencedores dos perdedores. É preciso ter uma válvula de escape para o estresse, um esporte por exemplo, alguma coisa que te dá prazer pra te manter forte e preparado, porque a porrada vai vir mesmo se não for de um lado será do outro.
Você traz um ponto importante, Alexandre. Por isso, precisamos compreender que existe também o estresse positivo, que nos motiva e impulsiona, mesmo diante de cobranças e prazos apertados. O essencial é distinguir os desafios que nos fortalecem do estresse intenso e persistente que ultrapassa nossos recursos, bem como adotar as estratégias de manejo descritas no artigo.
perfeito Mendonça !
As vezes as pessoas não percebem que estão sobrecarregadas e consequentemente o corpo e a mente acaba pagando a conta. As pessoas que coordenam tem que ficar bem atentas com a situação real que vivemos. Um crescimento de informações, várias tecnologias, um monte de coisas que exigem do ser humano, mas tudo tem que ser muito bem administrado e controlado.
Percebo que hoje temos uma gama muito grande de ferramentas e meios para gerirmos o nosso dia-a-dia. Tudo é muito rápido e ágil e com isso nos tornamos muito mais produtivos. A princípio, parece ótimo, mas esta nova condição nos permite abraçar cada vez mais atividades e apesar das facilidades já mencionadas, nem sempre o nosso físico e o nosso psicológico está preparado para lidar com tantas situações ao mesmo tempo e quando isto se torna constante, sem previsão dias mais tranquilos, o estresse vem. E com o estresse, vem também a queda no rendimento, a dificuldade no trato com as pessoas, a angustia e o pensamento de que você não é capaz de fazer tudo o que tem que ser feito. Vem também um sentimento de incapacidade e consequentemente temos um quadro de Burnout. Então é preciso conhecer os nossos limites e o daqueles que estão ao nosso lado. Ninguém é igual a ninguém, cada um está num estágio diferente de evolução pessoal. Então é preciso sim buscar o equilíbrio através das prevenções e das estratégias citadas no texto, mas também é fundamental saber dizer não, quando necessário, seja para o nosso próprio bem ou para aquele que está caminhando conosco na jornada de trabalho.
Um ponto que achei muito importante no artigo é entender que o estresse não depende apenas da pessoa, mas também da forma como o trabalho é organizado. Saber reconhecer os sinais e respeitar os próprios limites pode evitar que uma situação de estresse acabe se tornando algo mais sério.
Assunto relevante e sempre atual. Não podemos eliminar o estresse, as tensões fazem parte da nossa vida e, bem administradas, garante nossa sobrevivência e melhoria contínua. O que o foco deve ser em como lidar com isso e nesse artigo temos boa sugestões, tanto nos fatores externos ou ambiente de trabalho como no aspecto pessoal, que depende só de nós mesmos, mas tanto fatores externos como pessoais podemos destacar a organização do trabalho, os métodos, o foco, a equipe, hábitos, etc. Enfim, se reconhecemos e olhamos para o problema, podemos sem dúvida evitar o estrasse excessivo ou permanente.
Burnout foi tema de meu TCC na faculdade em 2008. Mais do que cumprir a entrega do trabalho escolar eu queria entender o que eu estava vivendo na época. Pouco se falava disso, hoje ouço falar com frequência aqui e ali, quando conto isso para as pessoas elas não acreditam, são quase 20 anos.
O estudo não foi tão profundo, sempre aprendo coisas novas. Esse estudo me fez pelo menos repensar minha vida, o ambiente de trabalho não mudou, de certa forma até piorou, mas eu busquei coisas que pudessem aliviar meu estresse. Novos hobbys surgiram, apliquei tecnicas para diminuir a ansiedade e a coisa melhorou e segui em frente. Tudo isso ajudou, mas é muito dificil sair disso sozinho, ajuda profissional é excencial, foi o que faltou pra min na época.
Sempre que posso, quando vejo alguem nessa situação tento ajudar orientando para procurar ajuda profissional. Por outro lado mesmo sabendo um pouco sobre o assunto é importante sempre estar atento e se cuidar, fazendo uma ajuste ou outro para não deixar chegar ao esgotamento.
Bom dia, os tópicos citados a cima é muito importante na realidade não devemos saber tudo, mais é importante saber aonde encontrar informações, o assunto é bastante delicado para ser tratado nem tudo podemos tratar como stress tem coisa que é a realidade de um profissional, cobrança , demanda, prazo etc… coisas que na verdade estamos acostumados a enfrentar desde que entramos no mercado de trabalho. Para conciliarmos um bom trabalho com a correria do dia a dia é importante dividirmos o nosso tempo cada coisa no seu tempo e no seu lugar assim podemos atingir nossas metas diárias com mais tranquilidade.
Muitos tem o pensamento que pessoas resilientes não tem medo, não sentem aquele frio na barriga, mas estão enganados, somos todos seres humanos. Ser resiliente é enfrentar os medos e dificuldade, voltando a posição original, sempre buscando forças para manter no recomeçar para continuar..
Prevenir o estresse acredito que no dia a dia é quase impossível, no mundo de hoje. Temos como anemizar, buscando em outras maneiras, praticando esporte, lendo livros, assistindo bons filmes, e principalmente, reunido com familiares e amigos para jogar aquela conversa fora, com muitas risadas descontraídas.
Copyright © ISI INFINITY 2012 – 2025 Todos os direitos reservados.
Fale agora com nossos consultores!
Respostas de 16
adorei o artigo , muito importante para eu me conhecer , realmente não é fácil lidar com situações estressantes, seja estas em casa , no trabalho, lidar com clientes que não leem as publicações e fazem os pedidos em cima da hora isto complica minha vida ,mas eu estou dando valor ao meu trabalho tenho qualidade e tenho preço também e não faço mais em conta para agradar a ninguém e nem cobrir ofertas são coisas que também causam m stress de fato não da para agradar a todos , mas sofri muita pressão psicológica com chefe fazendo vista grossa…
Excelente reflexão. Gostei especialmente da abordagem que trata o estresse como resultado da interação entre as demandas do trabalho e os recursos disponíveis para enfrentá-las, em vez de atribuí-lo apenas à capacidade individual de cada pessoa. Também considero muito pertinente a ênfase no papel das lideranças e da organização na prevenção dos riscos psicossociais. É um tema cada vez mais relevante para a construção de ambientes de trabalho saudáveis e sustentáveis.
A distinção entre estresse e burnout, assim como a apresentação de estratégias tanto para as empresas quanto para os trabalhadores, torna a leitura prática e equilibrada. A mensagem de que a promoção da saúde mental é uma responsabilidade compartilhada é um dos pontos mais valiosos do texto.
Interessante esse tópico de como lidar com o estresse porque querendo ou não, vamos passar por essa “reação natural” no dia-a-dia, faz parte da nossa rotina. Portanto a maneira como lidamos é muito importante e reflete o futuro no nosso emocional, físico e mental.
Artigo riquissimo. É muito importante sabermos identificar o nível de estresse que estamos passando e até mesmo poder ajudar os colaboradores e a própria organização. Se afeta um, infelizmente afetará todos ao redor, buscar apoio é imprescindível.
Acho preocupante quando começamos pensar que tudo é estresse ou sobrecarga, pressão, dificuldade e etc… Essas coisa nos enfraquecem, dificuldades, pressão, cobrança, prazos apertados sempre teve e sempre terá, é aí que separa os vencedores dos perdedores. É preciso ter uma válvula de escape para o estresse, um esporte por exemplo, alguma coisa que te dá prazer pra te manter forte e preparado, porque a porrada vai vir mesmo se não for de um lado será do outro.
Você traz um ponto importante, Alexandre. Por isso, precisamos compreender que existe também o estresse positivo, que nos motiva e impulsiona, mesmo diante de cobranças e prazos apertados. O essencial é distinguir os desafios que nos fortalecem do estresse intenso e persistente que ultrapassa nossos recursos, bem como adotar as estratégias de manejo descritas no artigo.
perfeito Mendonça !
As vezes as pessoas não percebem que estão sobrecarregadas e consequentemente o corpo e a mente acaba pagando a conta. As pessoas que coordenam tem que ficar bem atentas com a situação real que vivemos. Um crescimento de informações, várias tecnologias, um monte de coisas que exigem do ser humano, mas tudo tem que ser muito bem administrado e controlado.
Percebo que hoje temos uma gama muito grande de ferramentas e meios para gerirmos o nosso dia-a-dia. Tudo é muito rápido e ágil e com isso nos tornamos muito mais produtivos. A princípio, parece ótimo, mas esta nova condição nos permite abraçar cada vez mais atividades e apesar das facilidades já mencionadas, nem sempre o nosso físico e o nosso psicológico está preparado para lidar com tantas situações ao mesmo tempo e quando isto se torna constante, sem previsão dias mais tranquilos, o estresse vem. E com o estresse, vem também a queda no rendimento, a dificuldade no trato com as pessoas, a angustia e o pensamento de que você não é capaz de fazer tudo o que tem que ser feito. Vem também um sentimento de incapacidade e consequentemente temos um quadro de Burnout. Então é preciso conhecer os nossos limites e o daqueles que estão ao nosso lado. Ninguém é igual a ninguém, cada um está num estágio diferente de evolução pessoal. Então é preciso sim buscar o equilíbrio através das prevenções e das estratégias citadas no texto, mas também é fundamental saber dizer não, quando necessário, seja para o nosso próprio bem ou para aquele que está caminhando conosco na jornada de trabalho.
Um ponto que achei muito importante no artigo é entender que o estresse não depende apenas da pessoa, mas também da forma como o trabalho é organizado. Saber reconhecer os sinais e respeitar os próprios limites pode evitar que uma situação de estresse acabe se tornando algo mais sério.
Assunto relevante e sempre atual. Não podemos eliminar o estresse, as tensões fazem parte da nossa vida e, bem administradas, garante nossa sobrevivência e melhoria contínua. O que o foco deve ser em como lidar com isso e nesse artigo temos boa sugestões, tanto nos fatores externos ou ambiente de trabalho como no aspecto pessoal, que depende só de nós mesmos, mas tanto fatores externos como pessoais podemos destacar a organização do trabalho, os métodos, o foco, a equipe, hábitos, etc. Enfim, se reconhecemos e olhamos para o problema, podemos sem dúvida evitar o estrasse excessivo ou permanente.
Burnout foi tema de meu TCC na faculdade em 2008. Mais do que cumprir a entrega do trabalho escolar eu queria entender o que eu estava vivendo na época. Pouco se falava disso, hoje ouço falar com frequência aqui e ali, quando conto isso para as pessoas elas não acreditam, são quase 20 anos.
O estudo não foi tão profundo, sempre aprendo coisas novas. Esse estudo me fez pelo menos repensar minha vida, o ambiente de trabalho não mudou, de certa forma até piorou, mas eu busquei coisas que pudessem aliviar meu estresse. Novos hobbys surgiram, apliquei tecnicas para diminuir a ansiedade e a coisa melhorou e segui em frente. Tudo isso ajudou, mas é muito dificil sair disso sozinho, ajuda profissional é excencial, foi o que faltou pra min na época.
Sempre que posso, quando vejo alguem nessa situação tento ajudar orientando para procurar ajuda profissional. Por outro lado mesmo sabendo um pouco sobre o assunto é importante sempre estar atento e se cuidar, fazendo uma ajuste ou outro para não deixar chegar ao esgotamento.
Bom dia, os tópicos citados a cima é muito importante na realidade não devemos saber tudo, mais é importante saber aonde encontrar informações, o assunto é bastante delicado para ser tratado nem tudo podemos tratar como stress tem coisa que é a realidade de um profissional, cobrança , demanda, prazo etc… coisas que na verdade estamos acostumados a enfrentar desde que entramos no mercado de trabalho. Para conciliarmos um bom trabalho com a correria do dia a dia é importante dividirmos o nosso tempo cada coisa no seu tempo e no seu lugar assim podemos atingir nossas metas diárias com mais tranquilidade.
Muitos tem o pensamento que pessoas resilientes não tem medo, não sentem aquele frio na barriga, mas estão enganados, somos todos seres humanos. Ser resiliente é enfrentar os medos e dificuldade, voltando a posição original, sempre buscando forças para manter no recomeçar para continuar..
Prevenir o estresse acredito que no dia a dia é quase impossível, no mundo de hoje. Temos como anemizar, buscando em outras maneiras, praticando esporte, lendo livros, assistindo bons filmes, e principalmente, reunido com familiares e amigos para jogar aquela conversa fora, com muitas risadas descontraídas.