PARA TER SUCESSO, COMPREENDA O FRACASSO

Sucesso e fracasso fazem parte da jornada da vida.

Mas por temerem o fracasso, algumas pessoas evitam metas ambiciosas e permanecem em suas zonas de conforto. Elas vivem na mediocridade e dão o mínimo de suas contribuições, seja na área pessoal ou profissional.

Isso valida o sentimento de derrota, que acumula-se em seus corações e mentes, gerando um ciclo vicioso e pensamentos recorrentes de fracasso do tipo “Não sou bom mesmo” ou “Só faço besteira“. E o resultado é que elas sentem-se cada vez mais diminuídas.

Com certeza, toda vez que fracassar (enquanto estiver vivo) se sentirá magoado, zangado, ansioso, deprimido, vulnerável, estressado ou terá qualquer outra emoção negativa. Isso é perfeitamente normal, somente os mortos não sentem nada disso.

Mas o fracasso não precisa ser o seu destino, nem definir quem você é ou quem será.

Outro olhar para o fracasso

Inegavelmente o fracasso é real e decepcionante. Entretanto, toda vez que sofrer uma derrota, se acreditar que é um fracassado, provavelmente se tornará um.

Nesse sentido, o Phd. Martin Seligman, cientista da Psicologia Positiva, afirma que se você compreender o fracasso como algo permanente (burrice, falta de talento, feiúra), não tomará nenhuma atitude para mudar a situação ou para aprimorar-se.

Se você internalizá-lo como algo terrível e para sempre, o que fizer não mudará nada, então se sentirá impotente diante tudo.

Contudo, você pode compreendê-lo somente como mais um episódio de uma série de muitas temporadas da sua vida.

Ele pode ser temporário, não precisa tornar-se um estado crônico.

Generalizar o fracasso é um grande erro

Da mesma forma, não é efetivo generalizá-lo para outras áreas da vida quando é específico para uma situação. Como exemplo, um homem que é demitido do emprego não significa que perderá o próximo trabalho ou que é um pai ou marido fracassado.

Não generalize, uma coisa não tem nada a ver com outra. Segundo Seligman, não crie uma catástrofe e não deixe que esse problema contamine todo o resto, “quando um pedaço desfia, não significa que o tecido todo será desfeito”.

Culpar-se por tudo também não ajuda na jornada do sucesso.

Muitas vezes a culpa não é sua

Obviamente, você deve assumir a sua parte de responsabilidade pelos erros. Mas muitas vezes, apesar de ter feito tudo que podia ao seu alcance, o fracasso pode acontecer.

Existem situações negativas que não estão ao sob seu controle. Por isso, nem tudo é culpa sua.

Você não é culpado pela crise econômica, se o chefe está mal-humorado, por doenças, pelo comportamento negativo das pessoas ou por elas não terem a parte que lhes caberia.

Não deixe que sua baixa autoestima o faça assumir culpa pelo que não deve.  Se você não tem culpa, não se culpe. Isso tornará a sua jornada do sucesso mais leve.

Clique aqui para ler o artigo sobre Assumir Responsabilidades com Relação ao Fracasso.

*Artigo escrito em parceria com a Profa. Dra. Yeda Oswaldo.

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