RESPONSABILIDADE PELOS FRACASSOS

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Responsabilidade pelos fracassos: obviamente, todos nós desejamos o sucesso, e não o fracasso. Isso não significa justificar nossos fracassos quando tivemos meios e oportunidades de alcançar resultados melhores.

A falta de habilidades técnicas, comportamentais ou emocionais, como foco, concentração, conhecimento, podem contribuir para resultados insatisfatórios, mas não deve servir de justificativa para deixarmos de agir.

Esses são aspectos sobre os quais podemos assumir responsabilidade, buscar melhorias e desenvolver novas competências.

Em muitas situações, um bom planejamento, aliado à preparação e à ação, pode evitar resultados indesejados.

Por certo, existem pessoas que assumiram a responsabilidade pelos próprios fracassos e não se envergonharam deles. A história está repleta de exemplos de quem deu a volta por cima após enfrentar reveses na vida.

Inclusive, algumas dessas pessoas tornaram-se célebres por suas tentativas e dificuldades, chegando a contribuir significativamente para a humanidade.

Fracassos Gloriosos

Nem todo erro é negativo. A pesquisadora Amy Edmondson, em seus estudos sobre segurança psicológica e aprendizagem organizacional, distingue falhas culpáveis de falhas louváveis. Estas últimas podem ocorrer em situações de experimentação e descoberta, quando os erros contribuem para novos conhecimentos e aprendizados.

Thomas Edison, por exemplo, um dos inventores mais conhecidos da história, tinha uma relação interessante com suas tentativas que não produziram os resultados esperados.

A ele é atribuída a frase:

“Uma experiência nunca é um fracasso, pois sempre vem demonstrar algo.”

Certamente, Edison não interpretava cada tentativa malsucedida como uma derrota definitiva. Apesar das inúmeras dificuldades enfrentadas no desenvolvimento da lâmpada elétrica incandescente comercialmente viável, persistiu até alcançar seu objetivo.

Afinal, só corre o risco de fracassar quem tenta.

Para alcançar resultados, entretanto, não basta persistir. É necessário planejar, agir, avaliar e aprender com as experiências.

Por isso, é importante compreender que os erros podem fazer parte do processo de aprendizagem e crescimento.

Fracasso como Parte da Jornada

Os fracassos que contribuem para a aprendizagem, mudanças, melhorias e inovação podem ser compreendidos como experiências que fazem parte da jornada de desenvolvimento.

Não estou justificando fracassos e muito menos incentivando-os.

Por certo, não é possível falhar repetidamente em um negócio sem considerar as consequências, sob pena de levá-lo à falência.

Estou dizendo que fracassar faz parte da experiência humana e, em determinadas circunstâncias, pode ser útil.

Um fracasso não precisa ser entendido como uma experiência negativa para toda a vida, mas como um episódio do qual podemos extrair aprendizados, desenvolver competências e encontrar novas possibilidades.

Enfim, o fracasso pode fazer parte do processo de aprendizagem e contribuir para a jornada do sucesso.


*Artigo escrito em parceria com a Profa. Dra. Yeda Oswaldo.

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Respostas de 3

  1. É óbvio que desejamos almejar sempre o sucesso e não o fracasso, porém a falta de foco, concentração, inteligência emocional ou rigidez não justificam o seu fracasso. Esses são elementos que devem ser trabalhados, pois todas as suas ações são de sua responsabilidade. Devemos focar nestas competências para atingir nossos objetivos.

  2. Um protagonista sempre irá assumir a sua responsabilidades e continuar no palco da vida pronto para a próxima oportunidade e viver uma nova história e aprender com ela colher o melhor. Este artigo me lega muito a está reflexão sou vítima ou protagonista da minha história?

  3. Não penso em fracasso. Penso em falta de atenção, falta de esforço, dedicação, e comprometimento. A palavra fracasso, no meu ponto de vista, é forte demais para definirmos momentos em que não nos saímos bem. O não deu certo e vamos tentar de novo, porem com mais dedicação é o ideal.

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  1. É óbvio que desejamos almejar sempre o sucesso e não o fracasso, porém a falta de foco, concentração, inteligência emocional ou rigidez não justificam o seu fracasso. Esses são elementos que devem ser trabalhados, pois todas as suas ações são de sua responsabilidade. Devemos focar nestas competências para atingir nossos objetivos.

  2. Um protagonista sempre irá assumir a sua responsabilidades e continuar no palco da vida pronto para a próxima oportunidade e viver uma nova história e aprender com ela colher o melhor. Este artigo me lega muito a está reflexão sou vítima ou protagonista da minha história?

  3. Não penso em fracasso. Penso em falta de atenção, falta de esforço, dedicação, e comprometimento. A palavra fracasso, no meu ponto de vista, é forte demais para definirmos momentos em que não nos saímos bem. O não deu certo e vamos tentar de novo, porem com mais dedicação é o ideal.

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