O MAIOR ELOGIO QUE PODE SER FEITO A ALGUÉM

elogio

Todo ser humano gosta de ser elogiado e reconhecido pelos seus esforços e conquistas.

Mas existe um tipo de reconhecimento que é apreciado no mundo inteiro, por todas as pessoas, da faxineira até o mais alto executivo. Não há um só ser humano que não aprecia o som dessa palavra. Ao ouvi-la, sua atenção volta totalmente para seu interlocutor. As pessoas que o utilizam estão em grande vantagem em relação àqueles que não o fazem.

Ao utilizar esse recurso, fortalecemos os  relacionamentos interpessoais. Mas não é tão simples porque isso requer atenção, memória e foco. Em especial, exige um esforço pessoal para dizê-lo sempre corretamente.

 Vamos ver do que se trata logo na sequência.

A Singularidade do Indivíduo

O maior elogio que podemos fazer a alguém é chamá-lo pelo próprio nome. Essa é a maneira mais direta e rápida de  fazer com que a pessoa se sinta apreciada e ao mesmo tempo importante. E convenhamos, todos nós queremos ser apreciados e reconhecidos nessa vida.

Não há palavra que soe melhor aos nossos ouvidos do que nosso próprio nome.

O cantor americano Jim Croce eternizou princípios psicológicos positivos em muitas de suas canções, incluindo o hit I Got A Name  (Eu Tenho um Nome)  que mostra o orgulho de ter um nome e de estar relacionado com o histórico familiar.

Abordar uma pessoa pelo primeiro nome tem uma influência emocional positiva e fortalecedora. Além disso, as pessoas orgulham-se  tanto de seus nomes e sobrenomes que gastam fortunas para vê-los estampados em fundações, edifícios e negócios.

Podemos citar como exemplos, Rockefeller Center, J. P. Morgan, Trump Tower nos Estados Unidos e Fundação Lemman aqui no Brasil. Invariavelmente, ex-presidentes que deixam o poder de uma nação tendem a abrir entidades sem fins lucrativos para não deixarem seus nomes caírem no esquecimento.

Muitas pessoas lutam muito para perpetuar o nome de seus antepassados em museus, escolas, ruas, praças e edifícios.

Para Dalie Carnegie,

Os homens são tão orgulhosos de seus nomes que andam ansiosos para perpetuá-los a qualquer custo.

Para ele, bibliotecas e museus devem suas ricas coleções a homens que queriam eternizar seus nomes. Grande parte dos edifícios de muitas universidades famosas levam o nome de doadores que contribuíram com vultosas somas de dinheiro para ter essa honra.

O nome destaca a singularidade da pessoa, tornando-a única na multidão.

A Mágica do Próprio Nome

Nesse mundo agitado e individualista, chamar pessoas pelo nome e olhá-las nos olhos é sem dúvida, uma grande diferença. Da mesma forma, pronunciá-los e grafá-los corretamente é sinal de atenção e respeito.

O som do nosso próprio nome dito por outra pessoa exerce uma verdadeira mágica em nós. Nos deixa mais receptivos e nos sentimos apreciados.

É um elemento único que influencia exclusivamente a pessoa que estamos lidando e mais ninguém.

O porteiro da universidade onde eu trabalhava me cumprimentava todo dia pelo nome: “Boa noite, Profa. Yeda. Tudo bem com a senhora?” Dizia isso sorrindo, como se sentisse feliz com a minha presença. Um dia cheguei para trabalhar e soube que ele havia sido demitido. Pelas circunstâncias da vida, não o vi mais. Passados mais de 10 anos, ainda me lembro dele sorrindo e repetindo aquela frase dia após dia. Me marcou profundamente.

Chamar alguém pelo próprio nome vale para toda pessoa e em qualquer situação – do lazer aos negócios. Experimente, da próxima vez que for a um restaurante, chamar o garçom pelo nome. Ao fazer isso, observe que você será melhor atendido.

Para Carnegie, o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e mais importante que existe em qualquer idioma.

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