FALSO MORALISTA: A HIPOCRISIA NO TRABALHO

FALSO MORALISTA: A HIPOCRISIA NO TRABALHO

Falso Moralismo

Você conhece pessoas que sabem o que é certo, propagam o correto, mas na hora de fazer o certo, não o fazem? São aquelas pessoas que fazem o oposto do que falam, que cometem erros, mas são bastante severos com os mesmos equívocos cometidos por outras pessoas.

Na sociedade em geral,  e principalmente no ambiente de trabalho, existem pessoas que criticam a ideia alheia, são julgadoras e acreditam estar sempre certas.

Essas pessoas com postura inflexível, que consideram seu código de conduta sagrado, que em seu discurso de forma explícita ou velada sempre querem prejudicar os demais são chamados de falsos moralistas. São pessoas que costumam valorizar o que é seu (posses, pensamentos, atitudes) e desvalorizar o que é dos outros.

O falso moralista é também aquele que deprecia e censura as atitudes do colega de trabalho, mas quando precisa, faz aliança com ele para conseguir seus objetivos, agindo de forma hipócrita.

Hipocrisia, segundo o dicionário é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do grego (hypókrisis+ia) e do latim (hypocrisis), significando em ambos os casos a representação de um ator, atuação, a simulação de ser outro, fingimento (no sentido artístico).Essa palavra passou, mais tarde, a designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos.

Falso Moralista

Falso moralista é  aquele chefe ou colega que prega a moral e os bons costumes, porém no seu dia-a-dia não pratica a moral que defende ou julga correta. É aquela pessoa defensora de comportamentos rígidos e exemplares, que aparenta ter uma conduta modelo, mas que na realidade não o é; condena os outros por algo que também faz.

Posso citar aqui vários exemplos de falsa moral. É o caso de um empresário que havia adotado como política não contratar parentes de funcionários por acreditar que no caso de um problema familiar, haveria duas e não somente uma pessoa envolvida na questão, além disso, poderia haver protecionismo por parte de algumas pessoas, o que poderia prejudicar a dinâmica organizacional. No entanto contratou o noivo da filha para trabalhar na área de Marketing. O que valia para os outros não era aplicável a ele mesmo.

O discurso do falso moralista é permeado de acidez e de hipocrisia, por isso a sua máscara não demora a cair; ninguém consegue se mostrar perfeito o tempo todo. Não é possível manter uma máscara por toda a vida.

É importante refletir que todas as situações que envolvem a falsa moral são prejudiciais; ou porque prejudica o outro ou porque prejudica a si mesmo.

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